O futuro que
acredito possível

Não escrevo sobre utopias distantes. Escrevo sobre o Brasil que podemos construir — com lei, com regulação, com educação e com a coragem de colocar a dignidade humana no centro de cada decisão pública.

O acesso à água limpa e ao saneamento básico não é uma benesse do Estado — é um direito humano fundamental. Cada decisão regulatória que tomamos é, antes de tudo, uma decisão sobre a dignidade das pessoas.

Dinilton Pereira da Costa

O que acredito
e defendo

Seis pilares que orientam minha atuação na ARSARP, na advocacia, na escrita e em cada espaço onde posso influenciar o debate público.

01

Saneamento universal até 2033

O Novo Marco Legal do Saneamento não pode permanecer no papel. Cada município, cada contrato e cada meta regulatória deve convergir para um Brasil onde ninguém fique sem água e sem esgoto tratado.

02

Regulação como justiça

Agências reguladoras existem para proteger o cidadão — não para blindar prestadores. Fiscalização rigorosa, transparência tarifária e canais de participação são inegociáveis.

04

Educação antes da punição

Consciência ambiental transforma comportamentos de forma duradoura. Investir em educação é mais eficaz — e mais humano — do que apenas aplicar sanções.

05

Estado transparente

A Administração Pública deve ser acessível, previsível e responsável. Cidadãos informados são a melhor auditoria que uma democracia pode ter.

06

Integridade inegociável

Servir ao público é vocação, não privilégio. A fé me ensinou que integridade não é virtude opcional — é o mínimo que a sociedade merece de quem exerce qualquer poder.

Horizonte
2033

A Lei 14.026/2020 estabeleceu um prazo histórico: universalizar o saneamento básico até 2033. Faltam poucos anos. Cada dia de inação é um dia a menos de dignidade para milhões de brasileiros. Esta meta não é sugestão — é compromisso legal e moral.

Ler livro sobre o marco legal
100% de cobertura

Água potável e esgotamento sanitário para toda a população urbana e rural.

Planos municipais

Planejamento integrado com metas, prazos e fontes de financiamento definidas.

Regulação efetiva

Agências atuando com independência, transparência e foco no usuário.

Investimento estruturado

Marco contratual que atraia capital e garanta retorno social, não apenas financeiro.

  1. Agora

    Implementação do marco legal e fortalecimento das agências reguladoras regionais.

  2. 2028

    Avanço significativo na cobertura de esgotamento sanitário nas regiões mais vulneráveis.

  3. 2033

    Universalização completa — nenhuma família brasileira sem água e sem esgoto tratado.

O Brasil que
defendo

Defendo um Brasil onde o interior não seja esquecido, onde o sertão tenha água, onde a lei proteja quem não tem voz e onde o serviço público seja sinônimo de confiança — não de burocracia.

Vindo do norte de Minas, sei o que significa viver em região onde a água é preciosa e o saneamento é privilégio de poucos. Minha visão não nasceu em gabinete climatizado — nasceu de convivência com a realidade de quem espera demais por direitos básicos.

Por isso, cada texto que escrevo, cada regulação que assino e cada palestra que ministro carrega a mesma pergunta: isso melhora a vida de alguém? Se a resposta for não, não é o caminho.

Território

Interior e periferias no centro das políticas, não na margem dos investimentos.

Cidadania

Pessoas informadas, participativas e capazes de exigir seus direitos.

Legado

Um país que deixe água limpa, instituições fortes e florestas de pé para as próximas gerações.

O que me
comprometo

Visão sem compromisso é discurso. Estes são os compromissos que assumo publicamente e que orientam minha atuação diária.

  1. Defender o usuário, sempre

    Em toda decisão regulatória, a perspectiva de quem paga a conta e depende do serviço vem primeiro.

  2. Publicar, explicar, dialogar

    Regulação opaca gera desconfiança. Comprometo-me com transparência e comunicação clara.

  3. Formar e educar

    Multiplicar conhecimento por meio de livros, artigos, palestras e projetos de educação ambiental.

  4. Nunca sacrificar a ética

    Nenhum resultado justifica atalho moral. Integridade é linha vermelha, não ponto de negociação.

Não escolhi o direito por prestígio, nem a gestão pública por conforto. Escolhi porque acredito que é possível — e necessário — construir um Brasil onde a água chegue a todos, onde a lei proteja os frágeis e onde a fé nos lembre de quem somos de verdade: guardiões uns dos outros.

— Dinilton Pereira da Costa